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| Posted By: George Brayner de Barros Posted On: Oct 13, 2006 Views: 1818 | Distorção torpe de fatos, ou simples ingenuidade! O autor usa de uma lógica distorcida da realidade, nunca existiu uma impressa que apresentava "idéias pré-concebidas", jornais opinativos e informativos partidários, não eram veÃculos dedicados a relatar fatos, mas tão somente opiniões, eles não cobriam coisas como crimes, ou eventos artÃsticos, eram parte de movimentos partidários! O que claramente não é o caso da veja! Dizer que o poder de manipulação e indução de uma revista como a veja não é suficiente para mudar votos e conduzir eleições é de uma ingenuidade dolorosa! Ou se for de caso pensado, uma distorção torpe da realidade. |
| Posted By: Lyts de Jesus Santos Posted On: Jan 25, 2006 Views: 2067 | A questão do referendo Embora seja verdade que o resultado do referendo não tenha sido gerado pela capa de Veja, isto não desabona o raciocÃnio daqueles que criticam o comportamento da revista. Como muito bem sintetizou o autor, as queixas versaram sobre a tomada de partido, não sobre suas conseqüências. O jornalismo opinativo tem seu lugar, mas creio que não na capa de um semanário. Sou leigo no assunto, mas acho que esta vertente tem o escopo de ampliar as discussões, não de suprir deficiências de quem, nas palavras do colunista, “não tem tempo para avaliar tudo o que está acontecendo no mundo e tirar suas conclusões”. Por último, o exemplo utilizado da revista Business Week não guarda similitude com a problemática do referendo, nesta o cidadão/leitor tem a possibilidade de optar (como não poderia deixar de ser) entre duas posições, naquela, embora passada uma informação relevantÃssima, além de se precaver, não poderia fazer nada. Ademais, será que a opinião do semanário de administração também foi matéria de capa? |
| Posted By: Ricardo Paoletti Posted On: Jan 19, 2006 Views: 1921 | Referendo - Kanitz está errado O Sr. Kanitz começou bem sua explicação, de que a notÃcia hoje em dia é um produto à venda, mas amarrou seu argumento de uma forma torta, justificando a matéria de capa do 'Não', da Veja, como algo que seria desejado pelos leitores - como de fato o resultado da votação teria apontado. Como? A Veja agora escreve o que o leitor quer ouvir? Quem garante que os leitores da Veja (esses que agora reclamam que a revista os envergonha) quisessem o Não ou o Sim? Ou qualquer outra opção? Reportar os fatos é uma coisa, editorializar a opinião do dono da revista é outra e é aceitável, se identificada como tal no espaço apropriado. Mas colocar um assunto na capa e depois vir a justificá-lo como algo que o leitor queria ver significa abandonar os princÃpios do jornalismo, adotar apenas as necessidades do marketing e fazer da Veja uma revista pior que Caras - pelo menos a Caras não se disfarça de revista de informação. |
| Posted By: Adelina dos Santos Gushiken Posted On: Jan 19, 2006 Views: 1247 | A QUESTÃO DO REFERENDO Realmente ter uma opinião e poder expressá-la é muito gratificante. Contudo, alguns meios de comunicação possuem grande poder de manipulação,e talvez, isso devessemos considerar. Embora, de acordo com seu parecer, os leitores não só foram esclarecidos, como já eram esclarecidos o suficiente, p/ opinar, e portanto, não seria um mérito de Veja, a vitória pelo NÃO, e sim vitória dos cidadãos, e faço votos que assim se mantenham. No entanto, já houve alguns casos em que a imprensa 'emoldurou'um certo "caçador de marajás", criou-se então um partido, lançaram-no à candidatura e foi eleito à presidência... ganhou a "imagem", perdeu o cidadão. |
| Posted By: Vladmir Ferreira Almeida Posted On: Jan 17, 2006 Views: 1050 | Opini Mais uma vez quero parabenizá-lo pelo excelente artigo. Gostaria de complementar o assunto expondo algumas idéias no decorrer da leitura. Acredito que existem dois pontos a serem discutidos: Primeiro é a ética ao escrever. Uma opinião dever ser dada após uma analise em fatos reais. E não em “distorções”; Segunda é a “visão” de quem lê. A pessoa está assistindo uma reportagem ou lendo uma coluna de jornal deve ter senso crÃtico sobre o determinado assunto: Acredito que esses dois itens são as principais premissas para ter boas matérias opinativas. |