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| Posted By: A. Garrido Posted On: Jun 19, 2007 Views: 1161 | Profissão X Negócio Seu médico é de fato um bom médico. Ele ainda entende que a medicina é uma profissão e não um negócio. |
| Posted By: mario yoshinaga Posted On: Mar 5, 2007 Views: 1330 | gratuidades Lembremos que pagamos o equivalente a 4 meses do que ganhamos para sustentar este governo. E por isso concordo que não temos gratuidade...pelo menos os que pagam impostos...justamente os que mandam os filhos para escolas particulares e pagam planos médicos, e até pagam previdencia privada. Assim, quem tem REALMENTE A GRATUIDADE são os ilegais, camelôs da vida, e os fora da lei que nada pagam e recebem sem pagar. Aí sim, é gratis mesmo. E há os que recebem bolsa-familia, bolsa-escola, e outras ajudas ( que me disseram, pode somar a R$1.500,00 numa familia de 5 pessoas), tudo dinheiro sem imposto, e ainda tem os serviços publicos...GRATUITOS. Quanto a sermos um povo assim ou assado, tanto faz, é uma discussão on-line ou na mesa do bar, daquelas que resolvem todos os problemas do Brasil. Kanitz, doutor ou outro cidadão que opina anonimo ( meu, anonimo é prá ficar caladinho!!!)todos tem lá suas razões. Fora dessa filosofia, posso ser um pouco mais objetivo? Em matéria de educação, por que não dar 6 ou 8 anos gratuitos, como em alguns paises, e se ultrapassar isso é preciso pagar mensalidade? E isso deveria valer especialmente para o ensino universitário, onde conheço muitos rapazes e moças, tipo peter-pan, eternos estudantes...fazendo vários cursos e depois se eternizando em pós-graduações. Vá lá que os pais sustentam, mas está roubando a vaga de alguem. Kanitz, não concordo dom os 10%. É melhor cobrar tudo, porém bem mais barato, pois o estado paga os salários, equipamentos e o predio, Cobrar pelos serviços dos professores e funcionários, a eficiencia, onde cada um receberia pelo desempenho. Isso sim, já incentivando as reclamações E ELOGIOS, que se traduziriam em DINHEIRO, diferenciando os esforçados dos negligentes. Votação de desempenho, sim. E votar pontos distribuidos entre/pelos professores e funcionarios. |
| Posted By: Safira Hermes de Oliveira Posted On: Jan 18, 2007 Views: 1440 | Sr. Jorge Xavier A maioria do povo brasileiro (digamos 58 milhões) não sabe que o ensino público é "particular", como o senhor tão bem colocou. Assim, pensando que está obtendo um "serviço gratuito", o povo não cobra mesmo das instituições públicas de educação e saúde, principalmente. Além disso, como somos um país essencialmente religioso, essas pessoas humildes ainda agradecem a Deus quando recebem algum atendimento melhor por parte dos funcionários dessas instituições. O palestrante está realmente correto quando afirma que a opção pela pobreza nos tornará mais medíocres do que já somos, notadamente quando sabemos que a pobreza cultural é a pior delas. Ainda bem que temos uma revista como a Veja, que tem coragem suficiente para abordar temas polêmicos como esse, visto que o atual governo prefere que não sejam abordados. Um abraço Ass.: uma professora. |
| Posted By: Ghesley Jorge Xavier Posted On: Jan 18, 2007 Views: 733 | O pior artigo que já li Caríssimos, estou aqui para demonstrar a grande indignação, revolta e tristeza que afronta o meu peito por tamanha bobagem que acabo de ler, e isto não é tudo, o que mais me espanta é ver que uma revista de grande circulação como a Veja tem a capacidade de publicar algo como isto. Dentre as infinitas asneiras, a pior que pude observar foi que o "colunista", ao tentar escrever sobre educação, saúde, entre outras coisas, as quais são públicas, o autor escreve que são gratuitos todos estes serviços, isso só comprova a ignorância e o despreparo com o qual ele escreveu este "artigo", pois se ele não sabe, todos nós que pagamos os nossos impostos já pagamos por estes serviços, e que por isso é de direito. Por isso, se já pagamos e é de direito, também devemos exigir que seja de qualidade. Cobrar caro, definitivamente não é o que devemos aprender, devemos aprender a ter um olhar crítico sobre todas as coisas e principalmente sobre o que lemos para que não cometamos o erro de dizer que algo é execelente sem nos deixarmos influenciar por um texto bem escrito, ou por um currículo de peso, ou por uma "importância" que o autor tenha em uma revista como a Veja. |
| Posted By: Jefferson Posted On: Jan 17, 2007 Views: 609 | Resumo Concordo integralmente com seu artigo, mas como o devido respeito, escravo que sou há muitos anos de sua sapiência em economia (tenho seu livro "Como Prever Falências" gostaria de tecer curtíssimos comentários sobre suas duas frases evitando a descontextualização: 1ª) "Somos essa sociedade atrasada porque, entre nós, cobrar caro, ganhar mais do que os outros é malvisto pelos nossos intelectuais, políticos, líderes religiosos e professores de sociologia." 2ª)"Precisamos mudar a mentalidade deste país, uma mentalidade que incentiva a mediocridade, e o medo de cobrar pelos serviços, por óbvias razões. Começando pela última. Temo na deficitária formação moral e humanista de nossos jovens isto poderá soar como desprezo pela generosidade e altruísmo, tão valorizados e praticados pelos seus conterrâneos, os norte-americanos. Reconheço que o intuito foi de brado de alerta, além disso as restrições do formato "artigo online" não lhe permitiriam alongar-se em coniderações mais profundas. Quanto àquela primeira frase receio seria excesso de imperdoável simplificação, colocar-nos primeiro como sociedade atrasada e segundo a causa desse "atraso". O diagnóstico feito pelas mais brilhantes mentes universais nos diversos campos do conhecimento é de que a sociedade brasileira é desigual. Não atrasada, pura e simplesmente. As complexidades de formação e manutenção dessa sociedade são tamanhas que colocar de "desenvolvimento econômico" como avaliação é esquecer um povo brasileiro que detém das mais baixas taxas de suicídio* no mundo. Estou cruzando os 60 anos de vida. Morei em 10 estados da federação. Tenho 2 cursos superiores. Fui entre outras coisas profeso, instrutor, piloto, vendedor, empresário em diversos ramos. "Quebrei" algumas vezes, mas fiz o suficiente para me aposentar há 10 anos atrás. Conheço e penso este país e seu povo. Até dez anos atrás tinha absoluta convicção de que o mal do Brasil era o baixo nível de escolaridade. Hoje a minha certeza se deslocou a um nível mais profundo: este povo não tem valores uniformes. Quanto mais uniformidade de valores uma nação possuir mais rápido ela se adapta e se prontifica a reagir ao momento. O senhor tem formação histórica e verá que povos unidos por valores (judeus, chineses, japonese, árabes e - por que não - the Mayflower's Passengers - sempre conseguiram seu crescimento e realização como povo, superando as mais degraçadas situações. O Brasil é diferente desde o começo, passando pelo Império, República Velha as sucessões de ditaduras desembocando no hoje. Somos uma nação de desiguais moral, intelectual, cultural, política e religiosamente. Irrediavelmente individualistas. Isto nos enfraquece, sr. Kanitz. Jefferson Carlos de Bragança jeffly00@hotmail.com *http://www.nationmaster.com/graph/hea_sui_rat_mal-health-suicide-rate-m ales |
| Posted By: Jefferson Posted On: Jan 17, 2007 Views: 504 | Superficialidade do artigo. A Coragem de Cobrar Caro Meu médico me recebeu todo envergonhado pelo atraso de duas horas na consulta marcada. "Doutor, eu não estou irritado pela espera porque o senhor é simplesmente o melhor médico do país, e eu não sou bobo. Prefiro esperar a consultar o segundo ou o décimo melhor especialista da área." Isso o tranqüilizou. "Eu só acho triste que o melhor médico deste país esteja cobrando o mesmo preço que os outros, tendo de trabalhar o dobro, sem tempo para estudar e ver a família. Eu, como palestrante que sou, cobro dez vezes o preço desta sua consulta, só que nunca chego atrasado." Ele concordou e balbuciou a seguinte frase, que me levou a escrever este artigo. "Tenho medo de cobrar mais do que os meus colegas. Eles ficariam com inveja, falariam mal de mim, seria um inferno." No Brasil, a maioria dos empregados e profissionais no fundo tem medo de pedir um aumento de salário ou de cobrar mais caro. Cobrar mais significa criar um cliente mais exigente, que irá reclamar toda vez que o serviço não corresponder ao preço. Cobrar menos é sempre a saída mais fácil, dá muito menos problemas, menos reclamações, como no meu caso. É preciso ter coragem para cobrar mais e assumir as responsabilidades inerentes. A maioria prefere o comodismo e a mediocridade do "preço tabelado". Só que, se cobrar o mesmo que os colegas menos competentes, você estará roubando clientes deles, e é isso que cria inveja e maledicência. Você estará fazendo "dumping profissional", estará sendo injusto com eles e consigo mesmo. Eu sei que é difícil cobrar mais caro, mas alguém tem de dar o exemplo, mostrar aos outros profissionais o caminho da excelência, implantar novos padrões, como pontualidade, por exemplo. Você será o guru da nova geração, e a inveja que terão de seu novo preço fará com que eles passem a copiá-lo. E, à medida que seus colegas se aprimorarem, sua vantagem competitiva desaparecerá e você terá de reduzir o preço novamente ou então melhorar ainda mais seus serviços. Somos essa sociedade atrasada porque, entre nós, cobrar caro, ganhar mais do que os outros é malvisto pelos nossos intelectuais, políticos, líderes religiosos e professores de sociologia. O paradigma de sucesso deles é cobrar pouco. Melhor ainda seria não cobrar, oferecendo de graça ensino, saúde, segurança, cultura, aposentadorias, remédios, comida, dinheiro, enfim. De graça, o povo não tem como reclamar dos péssimos serviços, os alunos desses professores não têm como criticar as péssimas aulas. "De cavalo dado não se olham os dentes." Se alguma coisa a história nos ensina é que o "tudo grátis" traz consigo a queda da qualidade dos serviços públicos, a desvalorização do serviço, o desprezo pelo povo nas filas, a exclusão social, a corrupção e a desmoralização de todos os envolvidos. O programa Bolsa Escola foi criado no governo do PSDB como uma forma inteligente de incentivar as mães a manter os filhos nas péssimas aulas do ensino público. Quando o estímulo deveria ser aulas interessantes a que nenhum aluno curioso iria faltar. Nós administradores já descobrimos há tempos que refeições grátis para funcionários não são valorizadas, e a qualidade despenca. Por isso, cobramos algo simbólico, 10% a 20% de seu valor. Se o ensino fosse cobrado, em pelo menos 10% do valor, teríamos pais de alunos reclamando do péssimo ensino público e gerando pressão por melhoria e redução de custos. Dizer que nem isso dá para pagar é mentira – 10% não chegariam a 20 reais por mês. Tem muito pai que faria trabalho extra pelo orgulho de saber que foi ele quem custeou a educação dos filhos, e não a caridade estatal. Se temos falta de recursos em educação, por que não cobrar pelo menos 10% do valor? Seria falta de coragem ou simplesmente vergonha? Precisamos mudar a mentalidade deste país, uma mentalidade que incentiva a mediocridade, e o medo de cobrar pelos serviços, por óbvias razões. Se você acha que cobrar caro e ficar rico é politicamente incorreto, como muitos professores têm ensinado por aí, doe o adicional pelo meu site www.filantropia.org ou então passe a trabalhar menos, volte para casa mais cedo e curta sua família. Mas não faça a opção pela pobreza, não tenha medo de cobrar cada vez mais. Caso contrário, continuaremos pobres e medíocres para sempre. Concordo integralmente com seu artigo, mas como o devido respeito, escravo que sou há muitos anos de sua sapiência em economia (tenho seu livro "Como Prever Falências" gostaria de tecer curtíssimos comentários sobre suas duas frases evitando a descontextualização: 1ª) "Somos essa sociedade atrasada porque, entre nós, cobrar caro, ganhar mais do que os outros é malvisto pelos nossos intelectuais, políticos, líderes religiosos e professores de sociologia." 2ª)"Precisamos mudar a mentalidade deste país, uma mentalidade que incentiva a mediocridade, e o medo de cobrar pelos serviços, por óbvias razões. Começando pela última. Temo na deficitária formação moral e humanista de nossos jovens isto poderá soar como desprezo pela generosidade e altruísmo, tão valorizados e praticados pelos seus conterrâneos, os norte-americanos. Reconheço que o intuito foi de brado de alerta, além disso as restrições do formato "artigo online" não lhe permitiriam alongar-se em coniderações mais profundas. Quanto àquela primeira frase receio seria excesso de imperdoável simplificação, colocar-nos primeiro como sociedade atrasada e segundo a causa desse "atraso". O diagnóstico feito pelas mais brilhantes mentes universais nos diversos campos do conhecimento é de que a sociedade brasileira é desigual. Não atrasada, pura e simplesmente. As complexidades de formação e manutenção dessa sociedade são tamanhas que colocar de "desenvolvimento econômico" como avaliação é esquecer um povo brasileiro que detém das mais baixas taxas de suicídio* no mundo. Estou cruzando os 60 anos de vida. Morei em 10 estados da federação. Tenho 2 cursos superiores. Fui entre outras coisas profeso, instrutor, piloto, vendedor, empresário em diversos ramos. "Quebrei" algumas vezes, mas fiz o suficiente para me aposentar há 10 anos atrás. Conheço e penso este país e seu povo. Até dez anos atrás tinha absoluta convicção de que o mal do Brasil era o baixo nível de escolaridade. Hoje a minha certeza se deslocou a um nível mais profundo: este povo não tem valores uniformes. Quanto mais uniformidade de valores uma nação possuir mais rápido ela se adapta e se prontifica a reagir ao momento. O senhor tem formação histórica e verá que povos unidos por valores (judeus, chineses, japonese, árabes e - por que não - the Mayflower's Passengers - sempre conseguiram seu crescimento e realização como povo, superando as mais degraçadas situações. O Brasil é diferente desde o começo, passando pelo Império, República Velha as sucessões de ditaduras desembocando no hoje. Somos uma nação de desiguais moral, intelectual, cultural, política e religiosamente. Irrediavelmente individualistas. Isto nos enfraquece, sr. Kanitz. Jefferson Carlos de Bragança (27)3034-2164 jeffly00@hotmail.com *http://www.nationmaster.com/graph/hea_sui_rat_mal-health-suicide-rate-m ales |
| Posted By: Jefferson Posted On: Jan 17, 2007 Views: 503 | Cobrar barato para receber. É excesso de imperdoável simplificação, colocar-nos primeiro como sociedade atrasada e segundo a causa desse "atraso". O diagnóstico feito pelas mais brilhantes mentes universais nos diversos campos do conhecimento é de que a sociedade brasileira é desigual. Não atrasada, pura e simplesmente. "Precisamos mudar a mentalidade deste país, uma mentalidade que incentiva a mediocridade, e o medo de cobrar pelos serviços" Temo que na deficitária formação moral e humanista de nossos jovens isto poderá soar como desprezo pela generosidade e altruísmo. Lembremo-nos do altruísmo e desapego de Santos-Dumont que cedeu gratuitamente as plantas de seu invento. Isto é uma visão"código aberto", ou "hacker" ou a mais moderna visão empresarial do momento: a coopetição. Não se cobra caro porque, às vezes, nem barato se recebe. Nem todos temos clientes tão chiques como Prof. Kanitz |
| Posted By: Sem dinheiro Posted On: Jan 10, 2007 Views: 509 | cobrar Bom, quem sabe eu concordaria com a idéia caso esse médico ajudasse os outros a ter o conhecimento que ele possui. |
| Posted By: Caio Posted On: Nov 28, 2006 Views: 630 | Assistencialismo retrógrado Parabéns Kanitz, Enquanto no Brasil tudo continuar sendo "nivelado por baixo", pela mediocridade, pelo "de graça até injeção na testa", nada mudará. |
| Posted By: Kingmob Posted On: Nov 22, 2006 Views: 662 | A coragem de cobrar caro Achei excelente o artigo. Achei excelente. Achei excelente o ego. Achei excelente. Achei excelente minha inveja de quem pode cobrar caro. Achei excelente. Achei excelente a conveniência de quem já é rico pensar desta forma. Achei excelente. Achei excelentíssimo, mais que todo o resto, o fato de a maioria dos bobões, como eu, que vibraram com o artigo, não terem capacidade intelectual de cobrarem mais caro, nem de escreverem na Veja, nem de se formarem em Harvard (Oh!). Isto posto, conformo-me em adular o deus Ego (Oh!). Kingmob P.s. Se ao menos eu pudesse cobrar pela minha adulação.... |
| Posted By: Kleber Almeida Posted On: Nov 17, 2006 Views: 677 | Entendi o artigo, apenas uma observação Bom dia Kanitz, Entendi seu artigo, e concordo plenamento quanto a medilcridade de no Brasil, até em virtude de valores religiosos, conceder tanta dignidade ao barato e pobre, e aversão ao caro e rico. Concordo que gera uma persepção medilcre, até mesmo da maneira com qual a sociedade encara o "gratis" como uma doação, sem dela buscar exigir a qualidade para com esse serviço. Acredito que entendi a mensagem, e entendi o quanto ela se aplica ao ensino, já que até o material didático que o estado disponibiliza não é tratado com respeito pelos pais por ser "gratuito", ao ponto que se fosse pago, seu valor seria muito mais representativo para a família. Apenas faço uma ressalva ao exemplo, já que ele está sendo pago através do impostos, o problema é que causa a persepção do cidadão de que isso é gratuito, e conseguentemente aceito por sua medilcridade. Não sei como podemos mudar esse panorama, mas não acredito que seja o fato de cobrar que resolva, talvéz sim com uma reeducação cultural, que seria uma iniciativa com resultados em longo prazo, e é impossivel de se iniciar pelo presidênte que possuímos e foi legitimamente eleito possua esse seu sentimento de aversão ao rico, caro e econômico e dignidade ao barato, gratuíto e pobre, já que a classe alta e média é famígera e luta contra o nosso país pobre e medilcre. |
| Posted By: Julio Cesar Zanluca Posted On: Nov 16, 2006 Views: 570 | Serviços Públicos "Grátis"? Objeção a: "Se alguma coisa a história nos ensina é que o "tudo grátis" traz consigo a queda da qualidade dos serviços públicos, a desvalorização do serviço, o desprezo pelo povo nas filas, a exclusão social, a corrupção e a desmoralização de todos os envolvidos. " Os serviços públicos não são gratuitos! Custam, para mim e para você, quase 40% de nossa renda! Sugiro um novo artigo, do "custo do serviço público", enfocando a má qualidade, em contraposição ao altíssimo custo. Júlio C. Zanluca Contabilista Curitiba - PR |
| Posted By: Marlon Posted On: Nov 15, 2006 Views: 536 | Pratico Simples, pratico e direto.....qualidade e compromisso sao peças necessarias e bem vindas. |
| Posted By: Marco Aurelio Posted On: Nov 13, 2006 Views: 502 | Cobrar o justo, seja o quanto for Acredito que devemos nos valorizar, pois, se REALMENTE somos bons naquilo que fazemos, e há pessoas que querem o que oferecemos (regra básica da Economia), podemos cobrar mais que a média; só o mercado poderá dizer se essa direitriz condiz ou não com a realidade. Fato é que, regra geral, uma melhor qualificação implica em mais investimentos (cursos, atualizações, leituras, línguas, congressos, etc.) e isso não apenas requer $$$, mas também TEMPO (útil, não aquele "das 22h00 às 06h00, quando não fazemos nada além de dormir", ou aquele do "ócio produtivo", essencial para estimular nossa criatividade). E isso PRECISA ser remunerado ou, ao menos, compensado. Dedicar os horários de 2 clientes por semana para atualização já seria um bom começo; conseguir isso é o primeiro passo rumo ao círculo virtuoso do sucesso. O problema de "cobrar mais" é que a cultura profissional tupiniquim "valoriza" (ou apenas tolera) pessoas que dão (ou parecem dar) até a última gota de sangue para o que seja, em detrimento de nossos interesses ou pessoais. E depois, reclamamos que não temos vida própria, que nosso ambiente de trabalho é estressante, que nossa vida passa e não a aproveitamos... e aí, quando a "porca emperra", nas sábias palavras de meu avô: já foi... |
| Posted By: Claudiomar Posted On: Nov 10, 2006 Views: 516 | é isso aí!!!! PUXA!!! É COM ESSA VISÃO QUE UM PAÍS CRESCE EM CIDADANIA,ECONOMICA E CULTURALMENTE!!!!! |
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