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| Posted By: sac chanel,sac chanel,chanel pas cher Posted On: May 29, 2012 Views: 820 | sac chanel,sac chanel,chanel pas cher http://www.sacs-chanel-paschere.com Chanel's creations have continued in almost the same form they had when they were introduced because it's hard to improve on perfection. A Chanel handbag can also be considered an asset and is something that can be handed over to future generations. |
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| Posted By: Daniel Posted On: Sep 1, 2008 Views: 1492 | Ócio Criativo é trabalho Produtivo Sr Stephen Kanitz, O seu artigo "Brasileiros e Brasilianos" é bom, mas o senhor está enganado quando diz que "Brasileiros adoram o livro O Ócio Criativo". Acho que talvez o senhor nunca tenha lido esse livro ou qualquer um do Domenico Di Masi. "O Ócio Criativo" não se adequa aquela idéia de preguiça, a de fazer nada, a de viver às custas dos outros. Não! Não é isso! O Ócio Criativo fala mais sobre a otimização do trabalho, ou ainda, dar tempo para um "peão de obras" poder pensar, poder criar. Ou você prefere que um ser humano, pai de família, passe 12 horas por dia apertando parafusos? Por exemplo, o Google permite que seus funcionários dediquem parte do seu tempo de trabalho para criar e trabalhar em projetos próprios. E foi daí que surgiram ferramentas bastante úteis e de sucesso, como Google Docs, Google Earth e até mesmo o Orkut. Agora, sr. Stephen, pense comigo: esse "ócio criativo" que o Google permite não resultou num ótimo "Trabalho Produtivo" como o senhor deseja? Esse e vários outros exemplos vindos da próspera e desenvolvida área do Vale do Silício comprovam que a teoria do Ócio Criativo funciona. Ou seja: brasilianos também deveriam ler "O Ócio Criativo". Abraço. |
| Posted By: Cristhiane Posted On: Jul 13, 2008 Views: 1443 | Geros Jack! Desde 2003, quando lí pela primeira vez o livro de Geros Jack sobre a necessidade da mudanca de brasileiros e brasileiras para brasilianos e brasilianas, achei que a sacada foi originalíssima e nunca antes tentada. O professor poderia, no mínimo, ter inserido os créditos pertinentes. Mas mudar as nossas identidades(nacional e social) é algo que transcende as vaidades intelectuais e aqui uso a frase do distinto sr. Ralph, para quem "No tempo e no espaco a verdade triunfa sempre". Parabéns sr. Geros Jack. A história se encarregará de dar-lhe os créditos merecidos. |
| Posted By: Ralph Posted On: Apr 1, 2008 Views: 1644 | Parabéns Jack!!! Para os já crescidos e conscientes de que no tempo e no espaço, a verdade triunfa sempre! |
| Posted By: Nina Posted On: Mar 30, 2008 Views: 1488 | Quando eu crescer... ... Quero escrever com um décimo de propriedade, eficácia, clareza e "víscera", como você, senhor Kanitz! Minha mais sincera admiração! Nina. |
| Posted By: Viviane Sendas Posted On: Mar 24, 2008 Views: 1424 | Ética descartada. Acho que a resposta ao nobre e belo pedido de desculpas do sr. Geros Jack, em referência a tão desagradável episódio, o professor está devendo. Estariam as vaidades intelectuais melindradas pela verdade? Ou simplesmente o professor considera este forum uma página virada? Pelo andar da carruagem, toda esta indiferença está me parecendo uma estratégia na qual a ética foi descartada. |
| Posted By: JeremiasIIIRosa Posted On: Mar 22, 2008 Views: 1304 | Ídem Em sintonia com a decisão do sr. Geros Jack, embasados nas provas apresentadas por êle no que dizem respeito às acusações aqui postadas,nós abaixo assinados enviamos o nosso pedido de desculpas e aproveitamos esta oportunidade para parabenizar ao digníssimo professor pela sua postura ética e moral, bem como reiterar a nossa profunda admiração e respeito pelo digníssimo professor que comportou-se com nobrezas de caráter e de espírito: JeremiasIIIRosa Robert Thomas Bruck Marcela Melk Silvia Zuick Vera Jobim Coutinho Luiz Alvarenga de Melo Lucia Penteado Roberto Duha Simone Steinfeld Sandra Kirsch Juliana Monteiro Priscilla Bernhardt Patricia Schlenmel |
| Posted By: Geros Jack Posted On: Mar 15, 2008 Views: 1316 | Pedido de desculpas. São Paulo, 13 de março de 2008. Prezado professor Kanitz: Venho através deste comentário dirijir-me ao digníssimo para rogar -lhe que aceite este meu pedido de desculpas por ter permitido que meus amigos e colaboradores questionassem a sua honra, e rogar-lhe, igualmente, para que perdôe as malcinadas palavras proferidas nos momentos em que a indignação pareceu vibrar nos corações a sua cega ira, pois, ao meu ver, um embusteiro iniciara a sua fraude com grande esperteza, ao pegar a todos de surpresa e por meio de um astucioso ardil, induziu ao digníssimo professor em erro e, de tabela, a todos os que o acusaram de um plágio não realizado por V.Sa., mas sim, por um de seus colaboradores indiretos. Fiquei, então, a refletir sobre o porque, o quando o onde e o c o m o e, diante da minha obstinação em chegar a um contexto lógico, aceitei a oferta da percepção com a qual dirigi o foco das observações, visando unicamente encontrar o fio da meada que pudesse conduzir-me à verdade, porque, no fundo da minha razão, não aceitava o fato de ter sido obra do acaso a publicação do artigo Brasilianos e brasileiros pois algo insistia em desmentir a versão de que a mera coincidência triunfara. As coisas começaram a mudar quando o sr. publicou alguns dias depois o seu artigo sobre reconhecer o erro, pois alí, sutilmente nas entrelinhas,encontrei as pistas de que precisava para acreditar que a suspeita já não era mera fantasia, mas uma possibilidade a ser perseguida. As observações tiveram como foco a minha relação indireta com o senhor da espertezauma vez que este senhor mantém relações com a revista Veja--, resultado da minha relação com sua filha, que desde a sua adesão ao projeto encetou várias críticas negativas à nossa empreitada, e junto ao qual implantei um texto-isca inspirado numa frase de Machado de Assis, que diz que Quem desdenha quer comprar. E não me foi nenhuma surpresa ao ler na Veja de 12 de março, outra vez, sob a mesma estrutura temática, no mesmo Ponto de Vista, com o mesmo estilo da primeira e, pasme professor, usando as mesmas palavras, o conteúdo do meu texto. Assim, celebrei silenciosamente a descoberta ao identificar o embusteiro, cuja apresentação formal, cá entre nós, torna-se desnecessária. Desse modo, esclarecido o episódio, identificado o impostor e despojado-o da secreta força da sua mentira, tenho a grata satisfação em reconhecer o erro, e como forma de oferecer uma pequena e insignificante reparação aos constrangimentos que o celeuma possa ter-lhe causado, venho aqui em sua página para inocentá-lo das acusações aqui postadas, realçando categóricamente a minha grande admiração ao trabalho realizado pelo digníssimo professor, cujo caráter e senso ético são dignos da mais elevada estima e consideração. E como não poderia ser de outro modo, quero convidá-lo a unir-se a nós nesta gloriosa empreitada, na qual a sua simpatia nos será, indubitávelmente, uma afortunada honra. E no aguardo de uma resposta subscrevo-me, atenciosamente, Geros Jack. |
| Posted By: Simone Steinfeld Posted On: Mar 2, 2008 Views: 1608 | Eufemismos líricos O texto da leitora Anna falta com a clareza. Em primeiro lugar, ela deveria explicitar que espécie de atentado está explícito no objetivo; em segundo, política nada tem a ver com lingüística; em terceiro, o óbvio(o povo brasiliano é controlado pelas oligarquias brasileiras cujo status está na mesma proporção das suas abomináveis ambições) também nada tem a ver com lingüística; Uma tecla que muito se bate...qual tecla é esta sra? A da corrupção? O que tem a ver corrupção com lingüística? Salvo o fato de a palavra corrupção ser a estrela na nossa língua? O que tem a ver meio ambiente com lingüística? A sra, por acaso, sabe o significado da palavra produtividade em lingüística? Pelo amor ao Brasil, cara sra, nada há de obsoleto no fato de a sociedade vir a ser designada pelos adjetivos lingüísticamente corretos. E por falar em primórdios da corrupção, a sra poderia ser mais clara? Infelizmente, cara sra, o seu discurso é por demais eufemístico para que dêle se possa tirar qualquer conclusão. Cuidar da vida é uma boa e ocupar a mente com nobres objetivos é melhor ainda. |
| Posted By: Anna Posted On: Feb 26, 2008 Views: 1753 | Objetivo e falta do que fazer O objetivo, além de atentar à nomenclatura mais coerente dos nacionais, é chamar a nossa atenção para uma política corupta presente desde os primórdios, e não só, outrossim trazer à baila a história de um povo inerte que não enxerga que o Brasil é controlado por uma classe de "Brasileiros" que não são dignos do status de "brasilianos". Como diria meu pai, uma tecla que há muito se bate, mas que não produz resultados. O importante é continuar tentando! E quer saber de uma coisa, cada um tem o direito de expressr sua opinião...e principalmente quanto a esse assunto que já está quase que obsoleto de tanto ser alvo de críticas- como esta- e acusações cuja procedência é notória exatamente por não deixarem de ser tão atuais. Logo, ao invés de perder tempo acusando disso e daquilo, deveríam contribuir mesmo para o mundo, meio ambiente, por exemplo....e se isso for um saco, é só cuidar da sua vida!!Ocupem a mente com uma coisa produtiva,pelo amor de Deus! |
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