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Posted By: http://www.toryburch-flipflopssale.com

Posted On: Aug 17, 2011
Views: 782
http://www.toryburch-flipflopssale.com

great./fengyinggaoyunly.



Posted By: Edmilson

Posted On: Dec 11, 2008
Views: 1036
Por uma sociedade Justa

Sobre a fábula citada crei que os demais bichos deveriam estar trabalhando escondido e produzindo somente para eles, desta forma poderiam sonegar imposto não dividindo com nínguem.
Desta forma a galinha socialista e comunitária que queria repartir o trabalho e o pão foi engolida neste sistema individualista.


Posted By: Alexandre Andrade

Posted On: Oct 8, 2008
Views: 961
Sócio minoritário

Imagine-se sendo um gestor profissional de uma empresa familiar. Imagine então que você tem que administrar pessoas que na verdade são seus chefes, ou seja, sócios minoritários da empresa, que pagam seu salário e que você não pode demitir. Imagine então que alguns deles são incompetentes (não para tudo, mas para a função que exercem). Como fazer para que eles não atrapalhem sua gestão? Sugestão: pague os salários deles e dê a eles um "cargo decorativo". Pague-os para não atrapalharem. Quem sabe seus filhos sejam melhor preparados e possam dar uma contribuição para a empresa? Será o preço a pagar para que os competentes de hoje e quiçá os de amanhã possam continuar a produzir algo de útil.
Agora alteremos alguns conceitos: chame-se de administrador público, chame a empresa de país, os sócios minoritários de cidadãos miseráveis e o salário deles de renda mínima.


Posted By: Júlio César Zanluca

Posted On: Aug 29, 2008
Views: 922
A fábula

A FÁBULA DA GALINHA NA TERRA DA TRIBUTAÇÃO E DA SOLIDARIEDADE

(qualquer semelhaça com o Brasil atual não é mera coincidência...)

Era uma vez uma galinha que encontrou alguns grãos de trigo no quintal. Chamou a vaca, o porco, o pato e o cão, para ajudar a plantá-lo.

“Eu não”, a vaca mugiu.

“Nem eu”, grunhiu o porco.

“Deixa para lá”, grasnou o pato.

“Tô fora!”, latiu o cão.

A galinha, então, plantou o trigo, sozinha. Assim que estava próxima a colheita, voltou a convocar os amimais para colhê-lo. Teve as seguintes respostas:

“Não recebi treino para fazer estas coisas!” (vaca)

“Quem, eu? Trabalho me cansa!” (porco)

“Estou de férias” (pato)

“Serviço pesado não é comigo!” (cão)

Não houve jeito de convencer a bicharada a colaborar, de forma que a galinha teve que colher o trigo sozinha.

Chegou a hora de assar o pão com o trigo colhido. “Quem vai me ajudar?”, foi a pergunta da galinha, diante da qual obteve as seguintes evasivas:

“Estou no seguro desemprego, e por isso não preciso trabalhar” (vaca)

“Está muito quente, deixa isto para um dia mais frio!” (porco)

“Ei, você tem que me pagar hora extra, senão não faço!” (pato)

“Se eu trabalhar e aumentar minha renda, perco a bolsa-ração, eu preciso dela!” (cão)

Então a galinha assou o trigo e obteve 5 pães como resultado. Satisfeita, mostrou-as à bicharada.

Todos exigiram uma parte, mas a galinha prontamente cacarejou: “Não! Fiz todo o trabalho sozinha! Eu é que devo consumir estes pães, e não vocês!”. Como resultado, recebeu vários impropérios, entre os quais:

“Sua verme burguesa!” (vaca)

“Exijo direitos iguais!” (porco)

“Que falta de solidariedade, sua ...!” (pato)

“Gananciosa, capitalista, exploradora!” (cão)

Houve alvoroço, protestos, discursos contra a atitude da galinha. Logo chega um funcionário do governo e exige da galinha os vários impostos sobre a produção do pão.

Diante de tamanha pressão, a galinha alegou que trabalhara sozinha, e que ninguém a ajudara, nem o governo, nem a bicharada, portanto, tinha direito a dispor do pão como bem entendesse.

O funcionário do governo chamou então a polícia e falou: “você se arriscou a produzir, pelas nossas leis, você deve pagar os impostos e os trabalhadores produtivos devem dividir os lucros com todos, para a paz e a justiça social”.

Desta forma, 2 pães foram entregues ao governo, como pagamento de impostos, e os 3 pães que restaram foram divididos em fatias e distribuídos em partes entre a bicharada.

Todos comeram e se fartaram, achando muito justas as leis do país da tributação e da solidariedade. Porém, a bicharada não entendeu porque, nunca mais, a galinha voltou a fazer pão...


Posted By: Carmem

Posted On: Aug 20, 2008
Views: 961
Resultados

Semana passada, meu filho mais velho, estudante de direito, se lamentava por ter sido honesto, e, numa prova sobre Direito Constitucional, para a qual havia estudado e sabia a matéria, e, no entanto, havia esquecido de levar o exemplar da Constituição - e informou à professora. Ao realizar a prova, respondeu às questões pelo que sabia, mas, pelo esquecimento, teve pontos descontados. Teria tirado 10, não fosse o esquecimento. Perguntei: você foi avisado de que deveria levar o livro? Ele respondeu afirmativamente. Bem, disse a ele, o que aconteceria a um soldado que se apresentasse à batalha sem seu fuzil? E ele passou a considerar que sua professora teve razão.
Conto esta historinha para acrescentar meu comentário ao seu artigo: o Brasil precisa parar de ter pena de si mesmo. Arregaçar as mangas e trabalhar!! Aprender que o que vem de graça não tem tanto valor como o que é conseguido com o esforço e o suor! Os países desenvolvidos o são em virtude do sofrimento imprimido aos povos pelos séculos de guerras e luta contra o meio ambiente hostil. Nada foi fácil, mas a evolução foi imensa! E o Brasil? Clima ótimo o ano inteiro, povo pacífico e conformado, recursos naturais em abundância...e o eterno país do futuro.


Posted By: Cristiane B.

Posted On: Aug 19, 2008
Views: 845
PONTO CEGO

O traço tragicamente patético da voracidade por "resultados" aparece bem nestes tempos de Olimpíadas, em que vemos bandos de homens e mulheres demonstrando orgulhosos o quanto são capazes de ignorar e desrespeitar os seus próprios corpos e suas demandas pessoais mais legítimas em prol de... medalhas! Também aí, como no artigo do Kanitz, o foco exclusivo nos resultados produz distorções de julgamento para as quais a platéia comumente se mostra cega, porque refém de premissas falsas.


Posted By: Marcelo Augusto

Posted On: Aug 15, 2008
Views: 729
Jogos Olímpicos

Lendo essa matéria ficou mais claro o porquê de tantos elogios feitos pela nossa imprensa esportiva aos resultados pífios de nossos atletas em Pequim... é 7.lugar comemorado como ouro, exaltações por quebra de recordes sul-americanos por quem termina em oitavo lugar. E as justificativas são sempre as mesmas: o esforço foi recompensado.