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| Posted By: Pedro Posted On: Mar 6, 2009 Views: 689 | e no BRASIL? Acredito apenas que se houvesse limites ao financiamento, prazos para dedução (até 5 anos), teto para dedução (até 50% do valor do imóvel), o endividamento do cidadão seria mais responsável e o problema narrado não ocorreria na mesma intensidade. O problema é que não há limites ao financimento, não há limites ao valor que pode ser deduzido, os juros são excessivamente baixos (inexistentes), a concorrência entre os bancos é predatória ( concedem empréstimos sem limites, o que gera inadimplência). Não é a toa que no Brasil ocorre o contrário. Aqui há alta concentração das propriedades imobiliárias. Investir em imóvel no Brasil é melhor negócio do que investir em poupança, renda fixa, etc. Isso também me parece uma grande distorção. |
| Posted By: Roberto Patino Posted On: Jan 5, 2009 Views: 712 | a recessao será curta até a proxima recessão? "discordo do erro fundamental" e portanto da volta rápida ao crescimento. entendo que o abatimento em imposto de renda é um subsídio, mas este me parece inteligente. a grande maioria dos americanos compra carro a prazo e não há dedução. do mesmo modo, em 2001 (ultimo ano que acompanhei), o americano tinha em média 64% de equity na sua casa, ou seja, ele tinha 1/3 de divida para o colateral da casa. a onda de refinanciamento fez com que a alavancagem ocorresse em maus pagadores e sem credito, e os bancos ainda potencializassem mais esses ganhos com issuance de bonds. leia o jornal de hoje no nytimes, mostrando o endividamento do americano (que é de mais de USD40 mil por habitante) e verá que eles vão ter que voltar a fazer poupança. acho que seu artigo se preocupa demais com a história do financiamento imobiliário e pouco com a alavancagem criativa que o mercado financeiro fez. Este é o problema em minha opiniao, e como todos se alavancaram (de Blackstone e cia a recém imigrados ao pais), não há porque imaginar que essa mudança de curso será um simples " reset " e voltamos ao que éramos? acho que os subsidios vao continuar, e a recessao sera lenta |
| Posted By: Dagoberto Lima Godoy Posted On: Dec 18, 2008 Views: 730 | A recessão deverá ser curta Muito bom, o artigo. Vai no fulcro do problema e joga água fria na euforia das viúvas do socilaismo que proclamam a morte do capialismo. Só faltou lembrar duas outras desastradas intervenções do FED: 1)o CRA (Ato de Reinvestimento da Comunidade, de 1977, que pressionou os bancos para fazerem empréstimos a mutuários com capacidade creditícia duvidosa, sem os critérios tradicionais; 2)a aceitação de uma simples participação do mutuário em programas de aconselhamento de crédito (muitos financiados com fundos federais), como "prova" da capacidade de pagamento(1995). |
| Posted By: Luiz Felipe Posted On: Nov 25, 2008 Views: 550 | recessão Bom dia Exelente artigo ,não haveria melhor oportunidade para explicar a prática, mas acho que o texto que será publicado poderia ser mais conciso. |
| Posted By: diego Posted On: Nov 25, 2008 Views: 519 | crise Muito bom!!! Mas acredito que será complicado para os leigos entenderem certos termos como juros reais e nominais...... |
| Posted By: Dilson Zanatta Posted On: Nov 24, 2008 Views: 517 | A Crise Excelente, muito didático e mostra de maneira clara e objetiva a crise e seus efeitos e consequências. |
| Posted By: Alex Borges Posted On: Nov 18, 2008 Views: 548 | A crise será curta Ainda não li nada de tão puramente técnico e esclarecedor a respeito desta crise. Excelente texto! |
| Posted By: Rafael Mendes Posted On: Nov 18, 2008 Views: 549 | A Crise Será Curta Ótima explanação do real problema da crise, muito técnico e iformativo, porém, será difícil para leigos interpretarem alguns apontamentos como juros reais e nominais... |
| Posted By: Shin Lai Posted On: Nov 18, 2008 Views: 538 | Discordo Plenamente do Ponto de Vista do Artigo Eu discordo plenamente do ponto de vista defendido por Kanitz neste artigo. Afirmar que: os verdadeiros culpados desta crise não foram o livre mercado, os bancos, o lucro, a ganância... parece-me fora do consenso atual, já que, outros economistas e a própria mídia especializada nacional e internacional pensam que a desregulamentação excessiva( ou liberalização de mercados) foram justamente o cerne do problema. Se o livre mercado é ou não a causa dos problemas, as evidências históricas mostram que o livre mercado é a origem de muitos problemas. No contexto da Crise de 1929, é importante mencionar que não havia regulamentanção para o mercado de ações, naquele momento também havia uma crença irrestrita de que: o mercado é capaz de se autoregular, cada um persegue seus próprios interesses, e por consequência a sociedade é beneficiada ( em outras palavras, cada um seguindo sua própria ganância, ainda pode beneficiar a sociedade). E o mercado mostrou que é incapaz de se autoregular. Banqueiros -gananciosos- usurparam pequenos investidores, alavancaram posições, o resultado foi a falência de milhares de bancos e uma das crises mais severas de que se tem notícia no capitalismo. Os exageros desta 'festa' foram pagos por todos americanos e por vários países (exatamente como agora). O Dow Jones, indíce da Bolsa Americana só voltou a se recuperar ao patamar de 29, na década de 50, o que mostra o quanto havia de especulação, e exagero em 29. Como reflexo da crise de 29, o governo americano criou a SEC em 1933 (Securities Exchange Comission, a CVM americana) para regulamentar o mercado de ações. Hoje, é impensável conceber um mercado de ações sem supervisão, no entanto, não havia regulamentação. Se 29 parece muito distante, basta lembrar-mos que os maiores escândalos financeiros recentes dos Estados Unidos vieram de setores onde a desregulamentação foi ampla. Reagan foi um dos defensores do 'estado pequeno' e promoveu a liberalização dos setores de energia norte-americano. A falência da Enron, a maior de que se tinha notícia, é fruto do liberalismo de Reagan, porque a crença era esta também: o livre mercado é o melhor para todos. Como consequência, tivemos nada menos que o maior escândalo contábil e financeiro da história, levando a reboque a famosa empresa de auditoria Arthur Andersen. O pedido de falência da Enron foi desbancado recentemente pelo pedido de falência do banco de investimento, Lehman Brothers. O caso Enron também ilustra como a ganância dos executivos por lucro pode ser devastadora para a sociedade, pois os fins justificaram os meios. Empresas que não existiam foram criadas para se comprar a energia da Enron e com isso criar lucros. E para aqueles pequenos investidores que acreditaram e investiram suas economias nas promessas da Enron, só restava dizer: o mercado é assim, boa sorte da próxima vez! Ou seja, a culpa ainda é do pequeno investidor, que não soube escolher as empresas em que investe... Na minha visão, o cidadão americano médio não é o culpado pela crise, já que como foi dito ele tem incentivos para contrair dívidas enormes, ele é, sim, vítima da ganância dos bancos que na tentativa de produzir resultados ( lucros ) de curto prazo, disseram aos clientes: peguem o que vocês quiserem de crédito. Ou ainda: qualquer um pode tomar crédito. Há reportagens que mencionam que muitos hipotecários não sabiam exatamente que tipo de juros estavam contratando, exatamente, o que ocorre quando assinamos contratos no Brasil em letras miúdas. Não bastasse a política liberal que atropelou a economia americana, o Brasil, Rússia, Argentina, México e alguns países asiáticos, que compraram a idéia de fluxos monetários livres ( ou seja livre trânsito para movimentações financeiras) , ou as idéias neoliberais promovidos por Washington, foram as vítimas das crises monetárias que alguns devem se lembrar. Na minha opinião, as evidências mostram que o livre mercado possui uma grande parcela de responsabilidade pela crise atual em que estamos, os bancos e principalmente a ganância dos executivos destas instituições são os responsáveis por esta crise. Se a idéia de livre mercado continuar a existir na forma como tem ocorrido, novas crises virão, e nós, a sociedade arcaremos com a decisão de alguns executivos 'brilhantes'. E para piorar a crise, não duvido nada que ainda haverá alguns defensores de que os governos, não deverão gastar para reativar as economias, o que só ampliará a crise. Ou seja, uma tentativa de curar a depressão do paciente dando-lhe mais depressão. Shin Lai |
| Posted By: Ruy Toledo Posted On: Nov 17, 2008 Views: 481 | A crise será curta? Ótimo e3 oportuno artiggp, cujo comentário pelo M.V.Meireles seria o meu. |
| Posted By: Emilio Habibe Posted On: Nov 15, 2008 Views: 551 | A recessão deverá ser curta A visão sobre a crise americana tendo por base o mercado imobiliário foi perfeitamente colocada por Stephen Kanitz. Uma obra prima vis a vis a simplicidade de sua exposição. Diferentemente ao SFH, no Brasil, onde a dívida de longo prazo fica restrita ao imóvel adquirido, nos USA a sucessão de "mortgages" sobre um mesmo imóvel é alavancagem financeira para formação de outras dívidas, como claramente exemplificou Kanitz: faço uma 2a hipoteca e compro uma lancha, uma 3a hipoteca e invisto na bolsa. Há, entretanto, um grande hiato entre uma recessão financeira - que pode ser ajsutada em curto prazo, e uma recessão econômica. Essa sim, perdurará por alguns anos - um mínimo de 2 a um máximo de 5. Parabens pelo inteligente artigo e a visão diferenciada do assunto |
| Posted By: VALDEMAR TRINDADE Posted On: Nov 14, 2008 Views: 559 | A RECESSÃO DEVERA SER CURTA Trata-se de matéria controversa que apresenta uma visão diferente de tudo aquilo que foi dito até agora. É inacreditável que diante de tantas evidências, o FED ainda não tenha tomado uma posição mais firme. Parabéns. |
| Posted By: M.V.Meireles Posted On: Nov 14, 2008 Views: 548 | A Recessão Deverá Ser Curta? Prezados, sabemos que a maioria dos que moram nos EUA (tanto os nativos qto os agregados legais) vivem de créditos, são super endividados e não costumam manter mínimas reservas financeiras que não sejam aplicadas em ações. Qto aos agregados ilegais, os que costumam/conseguem manter reservas costumam enviá-las para seus países de origem. O presente artigo do Stephen Kanitz, enfocando principalmente aspectos relacionados a benefícios fiscais, aborda uma boa parte do problema, mas não aborda, a meu ver, outros componentes fundamentais, como: a compulsão do cidadão americano pela aquisição de bens e serviços e pelo endividamento e a redução da oferta de crédito. Assim, enquanto a oferta de crédito minguar, sua concessão ficar mais seletiva, e os prazos de pagamento forem reduzidos, a crise vai continuar. Finalmente, é bom lembrar que, se a compulsão do cidadão americano pela aquisição de bens e serviços for (e continuar) cerceada, a crise passará de econômico-financeira para social, podendo abalar todo o sistema "capitalista" dos EUA. |
| Posted By: Jorge Scheidegger Posted On: Nov 14, 2008 Views: 485 | Recessao curta Subsidio exagerado nao existiu soh nos eua; aqui no brasil o BNH, por exemplo, fez das suas: 30 anos atras comprei um apartamento cuja divida residual ao cabo de 15 anos simplesmente sumiu, fatalidade que acometeu o extinto BNH alguns anos depois. A diferenca eh que nos eua essas excrecencias nao se extinguiram. Os brasileiros tem errado, sim, mas precisamos reconhecer, definitivamente, que nosso maior problema eh a mah distribuicao da renda, muito mais devida aa baixa qualidade da educacao, do que aas "mazelas" da livre iniciativa, ou das privatizacoes, como gostariam alguns. |
| Posted By: Amália Mesquita Posted On: Nov 14, 2008 Views: 476 | Simplicidade Os artigos do Kanitz sempre são muitos bons, pois trazem uma linguagem simples, que todos podem entender, mesmo os que são leigos. Confesso que não estava endentendo essa crise americana, mais esses dois ultimos artigos foram fundamentais para minha comprienção. Temos que ficar de olho nos cometários sobre essa crise, princiapalmente nos comentários que o nosso presidente, "PHD em administração!" anda soltando por ai..."Essa crise se passar por aqui, vai ser que nem uma marola" Povo fiquem de olho e malhem muito o dedo antes de votar! |
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