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| Posted By: Nguyễn đăng Thông Posted On: Jun 5, 2013 Views: 271 | thanks you for the post harrington Brooks was may anh canon deregulated for VAT quang cao google over 10 years ago and received an enormou in thẻ nhựa back payment of 17.5 percent of all their clients payments, which to this day, has never been given back to the clients of Harrington Brooks & all associated companies under the control of Nick Holmes & in thẻ vip Miles Grady (All Clear Finance and in thẻ bảo hành the directors of Paymatters). |
| Posted By: DenFletcher Posted On: Apr 30, 2013 Views: 295 | Travel business There are a lot of kids dropping out of school, getting jobs and trying to live the dream, travel the world and gain something they can call life experience. Some of them manage, others just don't. I am one of them and my dream was to start a French holiday rentals business. It took a lot of hard work but I managed to make this idea materialize. I got to travel a lot and I never spent my vacations in the same place because France is a great place to visit. |
| Posted By: Bruno Andrade Posted On: Aug 2, 2011 Views: 714 | Réplica Marcio Marcio, acho que houve uma interpretação errada da sua parte ao considerar literalmente tudo o que o autor fala. É evidente que devemos ter uma gama ampla de conhecimentos senão (como o autor mesmo já disse) nos tornamos ET's, porém, em tempos modernos, é mais interessante, para as nossa vidas profissionais, que tenhamos um "conhecimento específico". |
| Posted By: MARCIO Posted On: Jun 23, 2008 Views: 1369 | ESTAMOS EMBURRECENDO Há vários pontos em que o texto pode ser contra-argumentado: 1) O autor confunde inteligência com cultura, existem pessoas extremamente inteligentes que não estudaram, assim como existem pessoas muito limitadas mas especializadas em algo; 2) O autor desestimula a leitura, ou seja, um engenheiro ler Marcel Proust ou Fenando Pessoa, etc., é perca de tempo (que absurdo!); 3) Por ser administrador deve ter ouvido falar em habilidades interpessoais, intrapessoais, etc., me diga como obtê-las sem muita leitura e interação social, o que seria perda de tempo, para o autor; 4) Mesmo que queiramos, nunca saberemos absolutamente tudo sobre determinado assunto; 5) O mercado de trabalho está cada vez mais procurando profissionais que saibam muito de sua área, mas também tenham um conhecimento de tudo um pouco, pois isso é que torna a pessoa mais criativa; 6) Se eu, como farmacêutico, só ler livros e artigos de minha área, jamais serei aprovado em um concurso, e só terei assunto para conversar com farmacêuticos e, caso este não seja bitolado como eu, me verá como uma pessoa extremamente chata; 7) Não poderemos ser considerados burros porque não sabemos como se constrói o motor de um foguete, por exemplo. Enfim, muito fraca a argumentação do autor. |
| Posted By: Beavis & Buthead Posted On: Oct 26, 2006 Views: 1926 | Santa ignorância!!! Ah, entendi. Você é um ignorante que sabe de tudo um pouco!!! O problema é quando os ignorantes se metem a formar opinião... |
| Posted By: arcturo Posted On: Sep 22, 2005 Views: 2041 | poisé na minha opiniao, tudo depende o ponto de vista, alias, como podemos compprovar que estamos emburrecendo se nao nao existe medida exata de inteligencia? qto a logica feita sobre os livros, vejo que realmente parece pouco ter um conhecimento de 0,000000025% sobre todos os livros ja publicados, porem lembrando que a cada 100 livros, tratam to mesmo assunto, entao essa logica esta incorreta |
| Posted By: ... Posted On: Sep 21, 2003 Views: 1976 | ... O engraçado é que o autor do artigo Estamos emburrecendo não tenho cunho intelectual suficiente para responder aos que assim se manifestaram aqui. |
| Posted By: José Augusto Fernandes Posted On: Aug 25, 2003 Views: 1554 | Estamos emburrecendo! Como eu já disse no e-mail que troquei com o Sr Kanitz, ou ate mesmo pelo comentário que o Sr Giovanni Colares deixou, lógico que o mundo está evoluindo, e que jamais deveremos comparar o vividos hoje com a maneira de como tais era manipulados e usados antigamente. Porém eliminar o fato de que as coisas estão ficando cada vez mais fácies se torna uma falta de educação com a realidade. Um belo exemplo disso são os computadores, a questão de interligação de pontos de conexão (redes) ou não, não vem ao caso, a questão é, se somos ou não mais inteligentes que a própria antiguidade apenas por trocar mensagens mais rápido. Não é algo relativamente verdadeiro que ao falarmos em aceitar que estamos emburrecendo estaríamos importando os velhos conceitos da antiguidade, devemos lembrar que se formos analisar, vamos chegar a palavra facilidade de comunicação. Existem vários fatores que influenciam nas decisões sobre esses aspectos pós-modernos. O maior deles é a facilidade que as coisas são colocadas, mostradas, e estudadas por nos hoje em dia. Qualquer assunto que eu queira saber esta no meu computador, na internet, embora ler um pouco sobre esse assunto não me fará um gênio e nem um especialista na área (lógico que tudo depende do meu grau de curiosidade nesse assunto ou grau de necessidade de obter tal informação), ele está lá, essa é uma facilidade da atualidade, pode ou não ser vista como ferramenta para o crescimento do meu conhecimento, porém ainda fica presa a minha teoria onde toda essa discussão se resume na facilidade das informações na atualidade Facilidade não deve ser vista como sinônimo de inteligência, pelo ponto de vista do Sr Colares, a facilidade e evolução das maquinas influencia na inteligência mundial. Essa teoria tem um foco muito realista, se calcularmos com muita atenção esses dados, vamos ver que em hipótese alguma isso é aceito como real inteligência.(lembrando que ainda não temos algo 100% definido sobre o que seria a real inteligência, estou falando não de pontos fortes que abordam o fator inteligência, mas sim sobre o ponto forte que aborda a materialização das informações atuais ou do que chamamos de globalização). A informação digital é algo fenomenal mas nem sempre é usada, se deparamos com situações onde sabemos um pouco sobre o assunto colocado em questão, porem o ponto que mostraria nosso forte conhecimento sobre o assunto ficou em casa, deixamos no nosso computador, salvamos em um arquivo e esta lá, para quando precisamos mais que depressa estará on-line para uma possível consulta. Uma pergunta muito fácil de ser entendida seria, um empresário que demora 10 anos para ser bem sucedido (usando os padrões antigos) é mais inteligente do que um empresário que por sua vez achou uma forma mais rápida de enriquecer (honestamente)? Nosso cotidiano está repleto de exemplos que às vezes nos fazem pensar a respeito, mas era tão fácil de fazer isso, nossa ele ganhou milhões com essa idéia Muitos de nos já passamos por isso, são informações ligadas e transmitidas que no final acabam ajudando em decisões e ate em realizações, não (ou podemos) achar que somos mais inteligente que a pessoa que por exemplo conseguiu fazer o feito citado a cima. Deve-se ter dois pontos para calcular a inteligência desse fator, se formos olhar apenas pelo FATO, lógico que a pessoa que conseguiu é mais inteligente e teve uma visão especulativa muito melhor que a minha, porem se formos analisar os vários tipos de inteligências atuais, vamos ficar presos a uma eternidade de duvidas. Ou seja jamais vamos saber se somos mais ou menos inteligentes que antigamente (se não levarmos em conta a modernização das maquinas), mas a realidade é que os equipamentos, automóveis, eletrodomésticos estão ficando cada vez mais fáceis de ser manuseados, de ser entendidos, não precisava ser nem um especialista para ligar um computador, se conectar na internet e receber um e-mail. Um ponto muito forte que faltou ser explicado pelo Sr Kanitz na matéria, acredito eu que seja as diferenças dos aspectos que o assunto aborda, com isso poderíamos talvez entender mais facilmente o assunto abordado, e com isso tirar conclusões mais realistas sobre ele. José Augusto Fernandes(jose_security@hotmail.com) CTO - Security Networks Corporation |
| Posted By: Giovanni Colares Posted On: Aug 7, 2003 Views: 1301 | comentário ao Artigo Estamos Sr. Kanitz. Sobre seu eloqüente artigo "Estamos todos emburrecendo" há uma lógica muito forte, mas por ser excessivamente retilínea tal lógica perde-se na complexidade desta nova era em que o conhecimento multiplica-se e cresce exponencialmente, não mais na forma de um edifício em cujo seu raciocínio não conseguiríamos mais subir alguns andares (e que talvez por isso apequenaríamos-nos na suposta burrice crescente que seu artigo sugere sob a sombra e o concreto massacrante do conhecimento crescente). A Economia do Conhecimento Complexo que hoje vivemos não pode mais importar os velhos conceitos da Mecânica Clássica, nem sequer da Medicina sistêmica, ou em outros pensamentos comparativos lineares (ou de baixa complexidade), coisa que confortavelmente moldava a realidade da Economia Material (verbo no passado de propósito, já que o capital global distorceu algumas verdades antes tidas como tais). Para se ter algum modelo, podemos pensar no da teia (que veio à luz de forma mais forte com a comunicação descentralizada e caótica promovida pelas redes mundiais de computação: como a intenet!). Quando se pensa em rede não é o tamanho da própria quem determina seu verdadeiro potencial, mas a forma como os pontos se ligam (o que se chama de "nós"). Não é fácil raciocinar mais em cima de algum modelo hierarquizado, portanto. O grande desafio, inclusive do desenvolvimento pessoal (e por conseguinte profissional) não é mais acumular o conhecimento (ou subir o prédio gigantesco, por assim dizer de forma parabólica). É óbvio que uma estrutura mínima (para se manter o pensamento linear) é exigida, é como se fossem os pontos de apoio da rede de uma teia de aranha, galhos, muros, chão, aquelas cordinhas estiradas que em criança observamos e que qualquer criança pode ver em quintais e jardins (nos que ainda hão!) que determinam o apoio da teia. Assim, a educação ainda é o ponto básico da construção e evolução desta sociedade. Continuando neste modelo, a construção do sucesso de cada cidadão deste tempo, que Peter Drucker batizou de "a era da informação e do conhecimento", será feita de forma circular, espiral ou até heliocoidal, mas nunca de forma linear, pois é preciso construir os "nós" que determinarão a força e as possibilidades do movimento de cada um de nós em torno desta selva de informação que cresce assustadoramente. Saber como e onde obter este capital novo e diáfano é a grande questão para organização e indivíduos. Até agora, creio eu, o que tem acontecido como sucesso tem passado por um misto de evolução, adaptação e um tanto de sorte (aleatoriedade) que pensado assim (sem muita paixão e com uma frieza científica) pode ser comparado aos estudos de Darwin sobre a evolução das espécies. Um exemplo clássico é o do refrigerante mais vendido no mundo, cujo capital intelectual (conjunto de ativos intangíveis como conhecimento, marca, conceito) é bem maior que o próprio capital financeiro. Doravante, as empresas não poderão mais contar com a sorte, a evolução e a adaptação será uma constante, movida pela necessidade de sobrevivência que cada vez mais dar-se-á em um intervalo de tempo mais cruel, pelo ciclo acelerado da economia global: que aperta o fator da competitividade. A ecologia do conhecimento, é bem complexa, ainda desconhecida para nós apesar dos primeiros passos do Iluminismo no séculos passados, dos saltos complexos das ciências durante todo o século XX (inclusive com a tecnologia cristalizando o poder de conhecer a natureza) e com o susto da Aldeia Global finalmente concretizada na virada deste século. Não haveremos de estar mais burros por tanta possibilidade, o que não podemos é seguir nos passos daqueles híbridos eqüinos que por analogia nomeia os que pouco ou nada usam de sua inteligência, antes: precisamos de asas. Não podemos ter medo; muito temo quando pessoas de sua estatura e projeção na comunicação assustam (e assustam-se) com o novo. O único medo que poderemos ter nesta desafiante etapa da evolução humana será aquele que Guimarães Rosa chamou de o "medo para frente", a coragem que nos impele a estar sempre prosseguindo: à despeito de todas as resistências e tropeços que os caminhos possam oferecer... Giovanni Colares (giovannicolares@usa.net) Consultor Organizacional (Caso interesse-se de conhecer um dos ramos que preocupam-se com a complexidade do conhecimento em nosso tempo, no âmbito organizacional, recomendo o site da Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento: http://www.sbgc.org.br ) |