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| Posted By: Moises Sales Posted On: May 30, 2012 Views: 352 | É difício concordar com o autor O que feinman quis dizer é algo como o que acontece no ensino de matemática nas nossas escolas;exemplo: o professor diz ao aluno que para dividir uma fração por outra basta inverter a segunda e multiplicar uma pela outra. Isso é o que se faz aqui e que o autor chama de sermos didáticos e informativos. Se feinman fosse ensinar dividir uma fração pela outra acredito que mostraria aos alunos o motivo da mudança da operação matemática, ou seja, em vez de simplesmente saber que invertendo a segunda e multiplicando uma pela outra obtém-se o resultado da divisão, os alunos saberiam o porquê isso ocorre. Ora isso é ser mais didático, sendo assim não está correto dizer que os professores e livros brasileiros devem ser menos didáticos porque didáticos eles não são. Deveriam, isso sim, ser DIDÁTICOS que é o que lhes falta e parar de fingir que ensinam. Assim permitiria o aluno fazer uma coisa e sabe o que está fazendo, isso é informação. Trocando em miúdos feinman disse:"vocês não sabem do que estão falando, nem os professores entendem a matéria." |
| Posted By: Helder Posted On: Dec 4, 2005 Views: 2218 | Estimulando a curiosidade Eu recortei este "Ponto de Vista", publicado na "Veja" em 29 de outubro de 2003, e guardei. Erro meu. Deveria tê-lo lido, inferido, e posto em prática. Estou três anos atrasado. Um tesouro para a minha vida profissional. Sou um teórico. Neste mundo, muito mais agora em 2005 / 2006, não existe mais espaço para esse tipod e professor. Obrigado. |
| Posted By: Ronize Schroder Gomes Posted On: Jan 15, 2004 Views: 2777 | Eu conheci um erudito Tenho 25 anos e durante longos 10 anos ouvi falar de um homem que seria o mais inteligente de minha terra natal, uma pequena cidade com cerca de 13.000 habitantes. Aos 21 anos, tive a oportunidade de trabalhar com ele durante 6 meses, eu como subordinada e ele como chefe. A princípio, me senti honrada em trabalhar com "o homem mais inteligente da cidade". Tss, tss, tss... Um mês de convivência e percerbi que ele não era tãão inteligente assim. Tinha bastante informações, sabia sobre tudo, mas na prática, não conseguia resolver metade dos problemas que surgiam em nosso campo de trabalho. Depois de quatro meses de trabalho, as pessoas me perguntavam como era trabalhar com "o homem mais inteligente da cidade"... e eu dizia que ele era bastante culto, para não dizer que ele não era tão inteligente como pensavam. Ao longo do trabalho, nós, os subordinados, ajudávamos nas decisões e com idéias para solicionar problemas. Ao final dos 6 meses de trabalho, ele teve que ser operado de problemas de estômago de tanto nervosismo, e eu acabei ficando em seu lugar, durante 15 dias, até o final da nossa pesquisa. Por isso, concordo plenamente com o seu artigo! Um grande abraço Ronize |
| Posted By: Franscisco Eduardo Gontijo Guimarães Posted On: Nov 24, 2003 Views: 2301 | curiosidade Sobre o artigo gostaria de colocar que hoje ensinamos aos nossos alunos um conhecimento desconexo e fragmentado. Esquecemos de ensinar que o conhecimento é uma corrente composta de tópicos perfeitamente encadeados entre si. A fragilidade ou ruptura de um desses elos leva ao prejuízo irreparável da manifestação da curiosidade. Ensinar aos alunos a interligação lógica e simples do conhecimento nos levará ao exercício pleno da curiosidade, ou seja, à criatividade. |
| Posted By: Martha Verçosa Posted On: Nov 12, 2003 Views: 1748 | Estimulando a Curiosidade Muito bom o artigo, pois retrata muito bem a realidade. Como mãe de dois jovens rapazes (23 e 25 anos) durante anos vi, com apreensão, meus filhos cada vez mais entediados com as aulas e a escola de um modo geral, a qual estava apenas preocupada em informar (despejar um volume de informações que os alunos não tem tempo de digerir e associar com a sua realidade) e nem um pouco preocupada em formar o indivíduo, motiva-lo, desenvolver sua capacidade investigativa e dar-lhe condições de encontrar e ocupar seu espaço na sociedade. |
| Posted By: Paulo H.Wedderhoff Posted On: Nov 12, 2003 Views: 1063 | Estumulando a curiosidade Muito bom artigo. Como professor sei que muita coisa entra por um ouvido e sai pelo outro. Tenho buscado fazer os alunos vivenciarem experiências como meio de entendimento e retenção.Descobri que ao fazer uma pergunta o assunto entra pelos ouvidos e passa pelo cérebro antes de sair pela boca. Como ex-alunos, temos a obrigação de melhorar que antes criticávamos. |