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Posted By: Mario Silva

Posted On: May 29, 2011
Views: 1314
CARTA ABERTA AO MINISTRO PALOCCI

No geral o artigo esta muito bem escrito, mas para que a população possa entender, precisa ser mais resumido e simplificado sua linguagem técnica para a linguagem do público leigo.


Posted By: Cheap Essays

Posted On: Feb 11, 2011
Views: 1349
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Posted By: cheap puma online

Posted On: Nov 18, 2009
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Posted By: Renê

Posted On: Mar 22, 2006
Views: 2228
Commodities?

O artigo é muito bom, para quem quer entende-lo. Infelizmente, parece brincadeira para nossos ministros e investidores, mostrar que o melhor caminho para alongar a dívida e reduzir gastos com juros é aceitar que tipos de pápeis como LFTs sejam commodities, acompanhando o mercado mundial, onde são papéis seguros e pouco "rentáveis". Nossos ministros e investidores não querem brincar.


Posted By: Carta aberta ao Sr. Palocci

Posted On: Feb 16, 2006
Views: 2243
Carta aberta ao Sr. Palocci

Prezados (a),

Acho interessante este modelo, porem como estamos ligados a um rede mundial financeira, onde qualquer “manobra nova" aumentar as variações para baixo, visto os histórico do Brasil... Penso que esta seria uma media boa, porem não neste momento, talvez daqui a uns 8 anos, podemos fazer mudanças desde nível em nossa economia. Mas sem dúvida, o governo poderia introduzir papel, como vem fazendo, mais com pre-juros reais.
Olhando para a historia econômica, vimos que nenhum país "com medidas novas e abruptas" apresentou nível razoável em sua economia ao longo do tempo.

Agora,
Para se alongar a divida Brasileira, temos que dar qualidades a ela, para que o investidor olha para o Brasil e pense; Este País e serio, e não ira do cavalo de pau em "ônibus".
Para mim, os títulos do tesouro deveriam ser apenas para "tirar” o dinheiro do mercado comprando, ou colocar dinheiro no mercado "vendendo" estimulando a economia crescer ou diminuido seu crescimento (por causa do hiato capacidade produtiva e presão da demanda).
Os Divida braseira deveria ser equilibrada, através do aumento da base monetária e ou superávit na balança de pagamento e ou superávit (Tributos +imposto - gasto...). E aproveitando os economista “rapadura" que estão alojados no Baco central para estudar e mesmo especular para se diminuir através de outras variáveis a nossa divida, inclusive com a taxa básica, empréstimo externo mais barato em troca de empréstimo interno mais caro (ao contrario do que vem ocorrendo)

At.
José Ricardo Viana
Estudante de economia.


Posted By: Jose Valdir Farah

Posted On: Dec 19, 2005
Views: 2275
O Erro do Ministro Palocci

Li o artigo referido na edição de 7 de dezembro de 2005 e voltei a recordar a "Carta Aberta ao Ministro Palocci". Um primor de realismo economico e de finanças. A carta aberta não sei se foi mandada ao Ministro. Mas com certeza ele leu de alguma maneira. O que falta agora é criar uma corrente de opiniões que venha a se tornar irresistivel para este fim de governo e para o proximo que comecem a mudar os rumos da economia, para se alije a especulação, se extermine, aquilo que nada produz, e se comece realmente a fazer deste, um grande pais. O povo precisa realmente saber o que acontece e começar ficar livre daqueles que só transferem renda para sí de maneira escandalosa, via taxa de juros nominais. Não são somente os bancos. O comércio já aprendeu isto e usando do mesmo estratagema nominal, enganando o consumidor, transfere renda em uma taxa de exponenciação, que quase nada na natureza, consegue repetir ou copiar.Agora, se governo, banqueiros e comerciantes, não perceberem isto, todos irão entrar em processo de extinção, como ocorre na natureza. A exacerbação do crescimento exponencial, mata todos para poder retornar o equilibrio. Os coelhos procriam até que não haja mais alimento. Se não houver limites na exponenciação, todos perecerão por falta de alimento. O mesmo ocorre com os juros. Se no tempo da escravidão, algum Senhor de Engenho tomasse emprestado um escravo a taxa de juros que hoje se paga às instituições financeiras, no cartão de crédito, ou na compra a prazo no comércio e devesse devolver o escravo mais tantos escravos de juros, em somente algumas dezenas de anos após, ele teria que devolver a atual população brasileira, mais a dos Estados Unidos, para quem lhe fez o empréstimo do escravo. Não acredita? Então faça a conta.Em 22 anos a taxa de 150% ao ano resulta em 568.434.188 escravos a devolver. É ou não assustadora e destruidora a transferência de riqueza? É nisso que o povo deve ser educado, pois se depender do governo, banqueiros e comerciantes, isto não acontecerá e todos no futuro serão consumidos pelo desequilíbrio social que já vem demonstrando seus efeitos.


Posted By: Paulo Roberto Polotto

Posted On: Dec 8, 2005
Views: 1786
carta aberta ao ministro Paloci

Gostaria que o Senhor tentasse explicar melhor os termos técnicos fazendo analogias como o nosso dia dia, ficando assim mais fácil para um leigo em economia a sua copreensao, se possivel até citando a economia domestica. Obrigado e torcemos pelo seu sucesso, pois o seu sucesso com certeza será a nossa salvação. Eu acabo sempre me perguntando, quais seriam o objetivo de um governo, que não consegue colocar essas ideias tão coerrentes e obvias, iguais ao seu artigo em pratica????

Essa incerteza, que leva esse nosso País a um caos e a um desanimo geral, de quem quer investir e precisa trabalhar, Além desses impostos gananciosos é claro.

Obrigado pela oportunidade e conte conosco nessa sua jornada de explicar o obvio, é impressionante como conseguiram substituir o corrente (o obvio), pelo incerto.


Posted By: Fábio Soneghetti

Posted On: Oct 17, 2005
Views: 1828
Carta aberta ao Sr. Palocci

Adorei o artigo. Concordo com o sr. Vladimir quanto à extensão da matéria e quanto à publicação ser feita numa seção mais voltada para o sistema financeiro nacional. Porém não concordo com a retirada dos "desabafos" ou emoções explicitadas, pois, vindo de um profissional renomado como o sr. creio que o artigo suporta esta injeção de opinião própria (até por ser uma CARTA, como o título muito bem sugere).


Posted By: Reni Puls

Posted On: Mar 9, 2005
Views: 1859
O Brasil ser claro para os investidores

Crao Sr. Kanitz:
Como sempre este é um ótimo artigo. precisamos que o ministro Palloci tome conhecimento urgente.


Posted By: vladimir belmino de almeida

Posted On: Mar 8, 2005
Views: 1794
carta aberta ao Ministro Palocci

Prezado Kanitz,
Admirador de seu trabalho que sou, desejo que o Ministro tenha a oportunidade de ler e questionar aos de seu convívio sobre as argumentações exposta.
Pondero, entretanto, em relação ao padrão para publicação na coluna de Veja. Creio, sinceramente, ser muito extenso, mas sou de opinião que deve ser publicado como matéria, na parte de Finanças.
Percebi que o artigo guarda uma inclinação forte para desabafo, contendo muitas colocações sentimentais entremeadas às posições racionais. Posicionamentos emocionais podem prejudicar uma isenção do autor (o que é desejável em artigos) e contribuir para uma leitura com salvaguardas.


Posted By: Jorge Luiz Schincariol

Posted On: Mar 8, 2005
Views: 1686
Juros

Uma verdadeira aula. Parabéns.


Posted By: Walter Rodrigues Macatrozzo

Posted On: Mar 7, 2005
Views: 1584
Carta Aberta ao Ministro Palocci

Como sempre o artigo é excepcional, oportuno e vai diretamente à ferida. Claro que deve ser publicado.
Contudo, a menos que o pessoal que está no Governo seja incopetente, o que me parece difícil, interesses excusos os impedem de tomar as medidas que são realmente necessárias e úteis ao País e aos interesses do povo.
É claro que, assim como agem os políticos ao legislarem em causa própria, agem também os tecnocratas do Governo. Os po´líticos tem medo de serem vítimas de Leis corretas e de punições severas. E os tecnocratas de serem vítimas de decisões acertadas, mas que possam prejudicar seus associados especuladores, os abutres.


Posted By: VANDEIR GOMES

Posted On: Mar 6, 2005
Views: 1556
JA ESTAVA NA HORA

MUITO OPORTUNO ESTE ARTIGO DO SR KANITZ, PARABENS E POR LER ARTIGOS ASSIM QUE, PENSO MUITAS VEZES ANTES DE RETORNAR AO NOSSO QUERIDO BRASIL, QUE DE BOM TEM INUMERAS COISAS, MAS A NOSSA CLASSE POLITICA E UMA VERGONHA NACIONAL, ATUALMENTE MORRO EM LONDRES NO REINO UNIDO, ONDE ESTUDO E TRABALHO, E VEJO QUE ESTE SIM E UM PAIS DE FUTURO, MUITO DIFERENTE DO NOSSO QUE SO PENSA QUE E O PAIS DO FUTURO, MAS QUE NAO FAZ NADA PARA SER REALMENTE UM... ISSO GRACAS AOS NOSSOS POLITICOS


Posted By: Wildner Leandro Pereira

Posted On: Mar 5, 2005
Views: 1538
Muito longo

Kanitz,

Como sempre seu texto é maravilhoso, mas achei longo demais. Entendo que o texto ainda é pequeno se for considerado toda a nossa indignação com algumas politicas publicas, mas se for publicada não sei se muita gente ira ler até o final.


Posted By: Nasser

Posted On: Mar 4, 2005
Views: 1541
o Dr. Kanitz não é tão ingênuo

Prezado Dr. Kanitz,

Sua mente é brilhante!

Com todo respeito, permita-me expressar em privado, meus sentimentos (que são maiores que meus conhecimentos) sobre este tema "Juros".

Neste artigo, muito se mencionou a palavra "médico". Então farei um paralelisto, usando um termo relacionado; - a taxa atual de juros, junto com o sistema tributário, são o CANCER que está consumindo nossa sociedade.

A base para um médico tratar efetiva e eficientemente uma enfermidade, é o diagnóstico, concorda? Entendo por diagnóstico, o levantamento "verdadeiro" da situação que causa a enfermidade.

Assim creio, que o senhor tem um diagnóstico sobre a situação da "taxa de juros", e que suas palavras não traduzem efetivamente a sua percepção e conhecimento do fato.

A "taxa de juro" tem "seu preço", e alguém (entidade, organismo ou associação) a está "bancando".
Quem é esse alguém?
Quem ganha com esta taxa de juros?

Desculpe as breves palavras, mas o senhor é um ENORME formador de opinião. E mesmo involuntariamente, sua notoriedade lhe atribui responsabilidade MAIOR ainda para com a sociedade.

Na minha sensibilidade para o assunto, o títere ao qual se refere no artigo, não é o responsável em ditar qual será o número percentual que irá consumir a sociedade nos próximos meses.
Ainda, na minha sensibilidade, para definir este número não há nenhuma consideração científica keynesiana ou clássica.
E finalmente, da-se muita importancia aos centavos desta taxa,para mais ou menos, que em nada afetam ao valor que efetivamente chega ao mercado.

A "taxa de juros" tem "seu preço", e alguém a está bancado!

Agradeço com grande satisfação a oportunidade de expressar-lhe minhas palavras.


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